E porque eu gosto de Verão, a compra especial deste fim de semana...ehehe
É tão fofo, tão fofo, que apetece dar beijinhos!!!!!
Disparates, devaneios, sentimentos, emoções, descargas emocionais, iras, futilidades...tudo está em turbilhão dentro de mim. Mãe, mulher, profissional e muita sede de VIDA!
domingo, 26 de junho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
Mãe...
Fez 19 anos, é tanto tempo, que quase que sinto que sempre vivi assim, cada vez mais as recordações vão desaparecendo e isso deixa-me triste.
Ontem tive que segurar o barco. Sei de cor como é, uma de nós anda sempre mais sensível nesta altura, este ano foi a vez da minha mana.
Como ela chorou, lamentando o facto de a mãe não estar mais connosco, lamentando o facto da mãe não ter conhecido esta nossa vida a de adultas, lamentando o facto de não estares cá para podermos cozinhar para ti, de não te podermos levar a passear e mimar te como tanto merecias.
Eu também lamento se bem que tenho noção que aceitei, rendi-me, com a desculpa do destino, tinha que ser assim.
A ideia que tenho de si, difere em muito com a que o pai transmite, sempre a contar uma história em que dá ênfase à sua fragilidade, insegurança. Como eu tenho a certeza que sempre o enganas-te, pois eras uma mulher com uma grande força, destemida.
Mesmo com os teus problemas de saúde não paravas (essas são as minhas recordações), sempre a trabalhar no campo, para ter muita fartura com um principal intuito distribuir, dar. Íamos para a horta, pelo caminho da vinda para casa ias dando tudo o que tinhas colhido, lindo e muito orgulho.
Recordo tão bem, a força e determinação que tiveste a castigar a mana, via o teu sofrimento todos os dias, a forma como a querias obrigar a ver o melhor caminho para ela e conseguiste, hoje é uma professora de sucesso, tal como sonhavas.
Gostavas que andássemos sempre bonitas, com roupas novas e que fossem da moda, emancipada para o tempo em estávamos e local, uma aldeia onde tudo era criticado, mas não te importavas o orgulho nas tuas filhas ultrapassava tudo.
A mim, não me viste fazer nada, não me acompanhaste em nada, o tempo não deixou, mas tenho as referencias que a mana me vai dizendo. Se soubesses as vezes em que penso que se te tivesse, tudo seria diferente.
Nunca na vida senti inveja de nada, a não ser, quando via as minhas amigas com as mãe e aí tantas vezes que tenho que me desviar e claro admirar, valorizar o que elas têm e eu não. Revolta-me, mas casa vez menos.
Faço de tudo para te honrar, tento ser uma pessoa boa e justa.
Estarás para sempre no meu coração.
Ontem tive que segurar o barco. Sei de cor como é, uma de nós anda sempre mais sensível nesta altura, este ano foi a vez da minha mana.
Como ela chorou, lamentando o facto de a mãe não estar mais connosco, lamentando o facto da mãe não ter conhecido esta nossa vida a de adultas, lamentando o facto de não estares cá para podermos cozinhar para ti, de não te podermos levar a passear e mimar te como tanto merecias.
Eu também lamento se bem que tenho noção que aceitei, rendi-me, com a desculpa do destino, tinha que ser assim.
A ideia que tenho de si, difere em muito com a que o pai transmite, sempre a contar uma história em que dá ênfase à sua fragilidade, insegurança. Como eu tenho a certeza que sempre o enganas-te, pois eras uma mulher com uma grande força, destemida.
Mesmo com os teus problemas de saúde não paravas (essas são as minhas recordações), sempre a trabalhar no campo, para ter muita fartura com um principal intuito distribuir, dar. Íamos para a horta, pelo caminho da vinda para casa ias dando tudo o que tinhas colhido, lindo e muito orgulho.
Recordo tão bem, a força e determinação que tiveste a castigar a mana, via o teu sofrimento todos os dias, a forma como a querias obrigar a ver o melhor caminho para ela e conseguiste, hoje é uma professora de sucesso, tal como sonhavas.
Gostavas que andássemos sempre bonitas, com roupas novas e que fossem da moda, emancipada para o tempo em estávamos e local, uma aldeia onde tudo era criticado, mas não te importavas o orgulho nas tuas filhas ultrapassava tudo.
A mim, não me viste fazer nada, não me acompanhaste em nada, o tempo não deixou, mas tenho as referencias que a mana me vai dizendo. Se soubesses as vezes em que penso que se te tivesse, tudo seria diferente.
Nunca na vida senti inveja de nada, a não ser, quando via as minhas amigas com as mãe e aí tantas vezes que tenho que me desviar e claro admirar, valorizar o que elas têm e eu não. Revolta-me, mas casa vez menos.
Faço de tudo para te honrar, tento ser uma pessoa boa e justa.
Estarás para sempre no meu coração.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
O baptizado da minha afilhada
Apesar de não ter sido eu a madrinha em termos formais, foi uma cerimónia linda.
Na igreja percebi mais uma vez que a pequena A me vê como a sua madrinha e revela tal maturidade que entende o porquê de não ser eu a estar no altar com ela.
Todos estavamos lindos até o meu papy arrasou. A minha mana estava perfeita, roupa, sapatos, penteado, um máximo.
Eu acabei por levar os sapatos pretos, o meu amigo F, bem que me dizia que a sandália dourada era mais adequada, mas não resisti aos pretos, talvez porque adorei a clutch e não sabia como a dispensar.
Foi um dia muito bem passado, a A estava feliz como nunca vi, orgulhosa por ser a festa dela. Convidou todos os colegas de turma, o que me deixou durante alguns minutos à beira de um ataque de nervos...
De qualquer forma, mais uma vez unidos em prol do bem estar da nossa pequenina.
A minha filhota estava doentinha, o que quer dizer directamente, na mesma proporção que esteve sempre ao meu colo...
Na igreja percebi mais uma vez que a pequena A me vê como a sua madrinha e revela tal maturidade que entende o porquê de não ser eu a estar no altar com ela.
Todos estavamos lindos até o meu papy arrasou. A minha mana estava perfeita, roupa, sapatos, penteado, um máximo.
Eu acabei por levar os sapatos pretos, o meu amigo F, bem que me dizia que a sandália dourada era mais adequada, mas não resisti aos pretos, talvez porque adorei a clutch e não sabia como a dispensar.
Foi um dia muito bem passado, a A estava feliz como nunca vi, orgulhosa por ser a festa dela. Convidou todos os colegas de turma, o que me deixou durante alguns minutos à beira de um ataque de nervos...
De qualquer forma, mais uma vez unidos em prol do bem estar da nossa pequenina.
A minha filhota estava doentinha, o que quer dizer directamente, na mesma proporção que esteve sempre ao meu colo...
terça-feira, 21 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Ai que grande?!!!!
Não é que ando assim numa maré de azar...pois é!
Para além desta semana andar super nervosa porque concorri para um lugar na ulsna e esqueci-me de colocar dois itens no requerimento que me podem lixar a vida, hoje foi o horror. A minha sogra ao tentar ajudar, passou o meu vestido, o que comprei para levar ao batizado, não se sabe como, o ferro acabou por manchar o vestido com água e uma boa dose de calcário.
Agora tenho o vestido na lavandaria e aguardo com muita esperança um milagre.
Fogo, nunca dei tanto dinheiro por um vestido e logo agora que investi tanto corro o risco de nem nunca o vestir. merrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrda!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Para além desta semana andar super nervosa porque concorri para um lugar na ulsna e esqueci-me de colocar dois itens no requerimento que me podem lixar a vida, hoje foi o horror. A minha sogra ao tentar ajudar, passou o meu vestido, o que comprei para levar ao batizado, não se sabe como, o ferro acabou por manchar o vestido com água e uma boa dose de calcário.
Agora tenho o vestido na lavandaria e aguardo com muita esperança um milagre.
Fogo, nunca dei tanto dinheiro por um vestido e logo agora que investi tanto corro o risco de nem nunca o vestir. merrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrda!!!!!!!!!!!!!!!!!!
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Pé descalço!!!
Toda a vida fui pé descalço. Não pode vir o bom tempo, que os meus pés exigem liberdade total. Adoro andar descalça, para mim deveria andar sempre assim, sem sapatos, sandálias e até mesmo chinelos. Vamos a ver é por isso que tenho tanta dificuldade em escolher sapatos, talvez seja, também por isso que não aguento praticamente calçado nenhum.
Desde muito pequena sempre me recordo de gostar de andar com o pé em liberdade, na minha aldeia onde vivi a minha infância o pavimento era de terra batida, mas isso não me impedia de andar descalça por todo lado. Como é inesquecivel, a correria do Verão, sempre de calção, blusa de alças e tantas e tantas vezes descalça. Era lindo!!!
Hoje, gosto de chegar a casa e tirar imediatamente os sapatos (venho sempre com os pés magoados), e sentir o frio do chão, amo a sensação da areia nos pés e do toque da água do mar...
SIM, sou um pé descalço, mas feliz!!!!
Desde muito pequena sempre me recordo de gostar de andar com o pé em liberdade, na minha aldeia onde vivi a minha infância o pavimento era de terra batida, mas isso não me impedia de andar descalça por todo lado. Como é inesquecivel, a correria do Verão, sempre de calção, blusa de alças e tantas e tantas vezes descalça. Era lindo!!!
Hoje, gosto de chegar a casa e tirar imediatamente os sapatos (venho sempre com os pés magoados), e sentir o frio do chão, amo a sensação da areia nos pés e do toque da água do mar...
SIM, sou um pé descalço, mas feliz!!!!
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