Disparates, devaneios, sentimentos, emoções, descargas emocionais, iras, futilidades...tudo está em turbilhão dentro de mim. Mãe, mulher, profissional e muita sede de VIDA!
domingo, 26 de junho de 2011
Assim sim...
Comprei esta saia na Mango, há umas semanas, a qual conjugava com uma camisa.
Mas achei que ficava bem giro a saia combinada com uma blusa a marinheiro, mas não queria dar muito dinheiro, então analisando a mango, modalfa, encontrei esta pechincha na top shop.
3.99€
Fica muito giro, um estilo muito inspirado na Pipoca, fazer o quê???Gosto da forma como te vestes.
Agora o que queria mesmo era umas calças...

Se tudo correr bem, não me escapam!!!
Mas achei que ficava bem giro a saia combinada com uma blusa a marinheiro, mas não queria dar muito dinheiro, então analisando a mango, modalfa, encontrei esta pechincha na top shop.
3.99€
Fica muito giro, um estilo muito inspirado na Pipoca, fazer o quê???Gosto da forma como te vestes.
Agora o que queria mesmo era umas calças...
Se tudo correr bem, não me escapam!!!
O Verão precisa destas coisas...
E porque eu gosto de Verão, a compra especial deste fim de semana...ehehe
É tão fofo, tão fofo, que apetece dar beijinhos!!!!!
É tão fofo, tão fofo, que apetece dar beijinhos!!!!!
sábado, 25 de junho de 2011
Mãe...
Fez 19 anos, é tanto tempo, que quase que sinto que sempre vivi assim, cada vez mais as recordações vão desaparecendo e isso deixa-me triste.
Ontem tive que segurar o barco. Sei de cor como é, uma de nós anda sempre mais sensível nesta altura, este ano foi a vez da minha mana.
Como ela chorou, lamentando o facto de a mãe não estar mais connosco, lamentando o facto da mãe não ter conhecido esta nossa vida a de adultas, lamentando o facto de não estares cá para podermos cozinhar para ti, de não te podermos levar a passear e mimar te como tanto merecias.
Eu também lamento se bem que tenho noção que aceitei, rendi-me, com a desculpa do destino, tinha que ser assim.
A ideia que tenho de si, difere em muito com a que o pai transmite, sempre a contar uma história em que dá ênfase à sua fragilidade, insegurança. Como eu tenho a certeza que sempre o enganas-te, pois eras uma mulher com uma grande força, destemida.
Mesmo com os teus problemas de saúde não paravas (essas são as minhas recordações), sempre a trabalhar no campo, para ter muita fartura com um principal intuito distribuir, dar. Íamos para a horta, pelo caminho da vinda para casa ias dando tudo o que tinhas colhido, lindo e muito orgulho.
Recordo tão bem, a força e determinação que tiveste a castigar a mana, via o teu sofrimento todos os dias, a forma como a querias obrigar a ver o melhor caminho para ela e conseguiste, hoje é uma professora de sucesso, tal como sonhavas.
Gostavas que andássemos sempre bonitas, com roupas novas e que fossem da moda, emancipada para o tempo em estávamos e local, uma aldeia onde tudo era criticado, mas não te importavas o orgulho nas tuas filhas ultrapassava tudo.
A mim, não me viste fazer nada, não me acompanhaste em nada, o tempo não deixou, mas tenho as referencias que a mana me vai dizendo. Se soubesses as vezes em que penso que se te tivesse, tudo seria diferente.
Nunca na vida senti inveja de nada, a não ser, quando via as minhas amigas com as mãe e aí tantas vezes que tenho que me desviar e claro admirar, valorizar o que elas têm e eu não. Revolta-me, mas casa vez menos.
Faço de tudo para te honrar, tento ser uma pessoa boa e justa.
Estarás para sempre no meu coração.
Ontem tive que segurar o barco. Sei de cor como é, uma de nós anda sempre mais sensível nesta altura, este ano foi a vez da minha mana.
Como ela chorou, lamentando o facto de a mãe não estar mais connosco, lamentando o facto da mãe não ter conhecido esta nossa vida a de adultas, lamentando o facto de não estares cá para podermos cozinhar para ti, de não te podermos levar a passear e mimar te como tanto merecias.
Eu também lamento se bem que tenho noção que aceitei, rendi-me, com a desculpa do destino, tinha que ser assim.
A ideia que tenho de si, difere em muito com a que o pai transmite, sempre a contar uma história em que dá ênfase à sua fragilidade, insegurança. Como eu tenho a certeza que sempre o enganas-te, pois eras uma mulher com uma grande força, destemida.
Mesmo com os teus problemas de saúde não paravas (essas são as minhas recordações), sempre a trabalhar no campo, para ter muita fartura com um principal intuito distribuir, dar. Íamos para a horta, pelo caminho da vinda para casa ias dando tudo o que tinhas colhido, lindo e muito orgulho.
Recordo tão bem, a força e determinação que tiveste a castigar a mana, via o teu sofrimento todos os dias, a forma como a querias obrigar a ver o melhor caminho para ela e conseguiste, hoje é uma professora de sucesso, tal como sonhavas.
Gostavas que andássemos sempre bonitas, com roupas novas e que fossem da moda, emancipada para o tempo em estávamos e local, uma aldeia onde tudo era criticado, mas não te importavas o orgulho nas tuas filhas ultrapassava tudo.
A mim, não me viste fazer nada, não me acompanhaste em nada, o tempo não deixou, mas tenho as referencias que a mana me vai dizendo. Se soubesses as vezes em que penso que se te tivesse, tudo seria diferente.
Nunca na vida senti inveja de nada, a não ser, quando via as minhas amigas com as mãe e aí tantas vezes que tenho que me desviar e claro admirar, valorizar o que elas têm e eu não. Revolta-me, mas casa vez menos.
Faço de tudo para te honrar, tento ser uma pessoa boa e justa.
Estarás para sempre no meu coração.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
O baptizado da minha afilhada
Apesar de não ter sido eu a madrinha em termos formais, foi uma cerimónia linda.
Na igreja percebi mais uma vez que a pequena A me vê como a sua madrinha e revela tal maturidade que entende o porquê de não ser eu a estar no altar com ela.
Todos estavamos lindos até o meu papy arrasou. A minha mana estava perfeita, roupa, sapatos, penteado, um máximo.
Eu acabei por levar os sapatos pretos, o meu amigo F, bem que me dizia que a sandália dourada era mais adequada, mas não resisti aos pretos, talvez porque adorei a clutch e não sabia como a dispensar.
Foi um dia muito bem passado, a A estava feliz como nunca vi, orgulhosa por ser a festa dela. Convidou todos os colegas de turma, o que me deixou durante alguns minutos à beira de um ataque de nervos...
De qualquer forma, mais uma vez unidos em prol do bem estar da nossa pequenina.
A minha filhota estava doentinha, o que quer dizer directamente, na mesma proporção que esteve sempre ao meu colo...
Na igreja percebi mais uma vez que a pequena A me vê como a sua madrinha e revela tal maturidade que entende o porquê de não ser eu a estar no altar com ela.
Todos estavamos lindos até o meu papy arrasou. A minha mana estava perfeita, roupa, sapatos, penteado, um máximo.
Eu acabei por levar os sapatos pretos, o meu amigo F, bem que me dizia que a sandália dourada era mais adequada, mas não resisti aos pretos, talvez porque adorei a clutch e não sabia como a dispensar.
Foi um dia muito bem passado, a A estava feliz como nunca vi, orgulhosa por ser a festa dela. Convidou todos os colegas de turma, o que me deixou durante alguns minutos à beira de um ataque de nervos...
De qualquer forma, mais uma vez unidos em prol do bem estar da nossa pequenina.
A minha filhota estava doentinha, o que quer dizer directamente, na mesma proporção que esteve sempre ao meu colo...
terça-feira, 21 de junho de 2011
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